Na foto do Brasil de hoje, o desenvolvimento sustentável é uma crisálida em luta para cumprir o destino de virar borboleta. Não há fórum, debate ou plataforma política que não tire o chapéu para a economia verde e conclua com convocações para o país abraçar a sério essa agenda construtiva de alcance mundial, na garupa do colosso de seus recursos naturais. Mas Deus ou o diabo, já se disse, mora nos detalhes. Tal como ocorre no governo Dilma, em que o Banco Central puxa os juros para cima enquanto o Ministro da Fazenda estimula o crédito, o engajamento no barco da sustentabilidade colide na realidade com abraços no desenvolvimento insustentável. Um exemplo é a desfiguração das cidades pelo excesso de

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