Um sonho possível

O setor plástico tem tudo para exportar. Basta querer

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Câmbio e o pior dos mundos na economia do país empurram a cadeia do plástico para as exportações, um terreno já apalpado com vigor por polietileno e polipropileno nacionais, mas ainda por ser prospectado a contento por máquinas e artefatos transformados. Apesar da imagem externa do Brasil, de um país mau pagador e com contas públicas que não fecham, o mercado mundial está sempre receptivo a ofertas de produtos acessíveis e diferenciados, venham de onde vierem, deixa claro nesta entrevista Wagner Delarovera Pinto, dirigente da consultoria Maxitrade. Com milhagem platinum no comércio exterior de transformados, ele continua no ramo atuando na Europa e EUA, dois mercados vistos por ele como mais próximos dos transformadores brasileiros do que eles imaginam, mas

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