Um negócio de fazer a cabeça

Stratasys traça para transformadores o mapa da mina na impressão 3D

Anderson Soares, gerente de território no Brasil da Stratasys, blue chip norte-americana/israelense em impressoras 3D de padrão profissional, perdeu a conta de quantos transformadores de plástico já bateram à sua porta querendo saber como desfrutar essa tecnologia de manufatura aditiva em seu negócio. “O nível de conhecimento deles ainda é muito cru, sejam as empresas pequenas ou grandes, todas em geral de injeção”, constata o executivo. A propósito, ele reitera, a impressão 3D não compete com o processo de injeção. “Na realidade, ela o complementa e amplia o raio de alcance das aplicações de plástico”, coloca Soares. Essa conveniência vem à tona em duas frentes: a economia de tempo e custos na prototipagem e construção do molde e, por fim, na produção de peças de alguma complexidade com tiragens bem abaixo (por enquanto) dos níveis mínimos para viabilizar economicamente a injeção de polímero em molde de aço ou alumínio. Soares exemplifica com um transformador de peças técnicas da Bahia que o procurou atraído pela possibilidade de empregar a impressão 3D em seu segmento e fora desse quadrado. A prospecção de mercados e a avaliação de suas condições fabris pela Stratasys abriram os olhos do industrial para as oportunidades em componentes de customização de barcos. “Um nicho de peças técnicas, fora do alcance das injetoras e remunerador”, resume o gerente. Na mesma trilha, Soares descortina para impressão 3D chão firme para substituir componentes que transformadores terceirizam ou determinados itens que eles adquirem para suas linhas de produção, a exemplo de peças

 

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