Um dia a casa cai

Anhembi perde a Feiplastic porque as queixas dos expositores nunca foram levadas a sério

Center Norte: condições para expor máquinas com mais de 8 m de altura.
Telles: economia na montagem dos estandes. À sombra da prefeitura paulistana como sua sócia majoritária, a empresa SP Turis colheu o que plantou em seu estilo de administração do Centro de Convenções Anhembi. Anos seguidos de apatia no recebimento das constantes reclamações feitas pelos expositores do setor plástico sobre a infraestrutura do pavilhão receberam um basta este ano. Gestora da Feiplastic, a Reed Exhibitions Alcantara Machado mudou o endereço da mostra nº1 do plástico no Brasil para o Expo Center Norte. Indagado se a postura da administração do Anhembi era sinal de incompetência ou falta de caixa, Alexandre Telles, diretor de eventos da Reed, sai com diplomacia pela tangente. “Acredito que a SP Turis seja a melhor fonte para responder a essa pergunta”. Na entrevista a seguir, ele põe a limpo as razões da mudança. PR – Entre as reclamações recorrentes dos exibidores do setor plástico contra o Anhembi, destacavam-se a energia instável, lavatórios deploráveis, serviços sofríveis de alimentação e o piso desnivelado dos pavilhões. Quais as condições oferecidas pelo Expo Center Norte? Telles – O Expo Center Norte recebe manutenção constante e sedia grandes eventos o ano todo. É o único pavilhão do Brasil que dispõe de conexão direta com a rede de alta tensão. Por sinal, foi instalada recentemente uma cabine de alta tensão para o espaço receber a carga elétrica direto da operadora. Com cinco pavilhões, tem 98.000 m² de área total e 22 salas de reuniões nos pisos superiores. Sua estrutura de climatização permite até 15%

 

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