Tem cor de ruptura?

Conectividade não deve destronar a venda ao vivo, julga gerente da Pro-Color

A indústria brasileira de masterbatches ainda tateia o potencial da conectividade. O uso de aplicativos de repasse instantâneo de informações, como WhatsApp, SMS ou Messenger, já é ativo fixo do kit dos negociadores para fechar pedidos. Mas há uma série de facilidades digitais, como o e-commerce, em passo acelerado para se tornarem cotidianas e assim mudarem a face do mercado de masters. Antenada nessas mudanças, Elisangela Melo, gerente nacional de vendas da componedora nacional Pro-Color joga no time da coexistência pacífica, enxergando vantagens para o setor no arsenal virtual sem prejuízo de quem gasta sola de sapato e fosfato para dar ao cliente o atendimento personalizado a que ele está acostumado. Nesta entrevista, ela se debruça sobre as linhas divisórias

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