Tão perto e tão longe

Uma pergunta para Gino Paulucci Jr., presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico (CSMAIP) e da indústria Polimáquinas

Gino Paulucci Jr.
Gino Paulucci Jr. PR – Apesar de ter uma indústria consolidada de equipamentos e da proximidade geográfica, o Brasil respondeu, segundo cálculo da Câmara Argentina da Indústria Plástica (CAIP), por apenas 5% da receita das importações argentinas de máquinas para transformação de plásticos em 2016. Perdeu longe para Europa, China e Japão. Como justifica essas vendas frustrantes para um mercado vizinho? Paulucci Jr. – Apesar de termos equipamentos tecnológicos que atendem aos nossos vizinhos, as máquinas das origens citadas são oferecidas juntamente com um kit de financiamentos disponíveis nos países onde são construídas, com juros e condições extremamente atraentes. No momento, nós, fabricantes brasileiros de equipamentos, nada temos a oferecer em termos de tais facilidades. Por sinal, levamos mais uma vez, na primeira semana de abril, este problema ao BNDES. Cheguei a apresentar esta sua pergunta para a diretoria do banco, o que lhe causou enorme desconforto. Saímos dessa reunião com a promessa de novos estudos que possam viabilizar algum tipo de financiamento minimamente competitivo para oferecermos em nossas exportações, especialmente e num primeiro momento, para a Argentina. A ver.

 

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