Tão perto e tão longe

Uma pergunta para Gino Paulucci Jr., presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico (CSMAIP) e da indústria Polimáquinas

Gino Paulucci Jr.
Gino Paulucci Jr. PR – Apesar de ter uma indústria consolidada de equipamentos e da proximidade geográfica, o Brasil respondeu, segundo cálculo da Câmara Argentina da Indústria Plástica (CAIP), por apenas 5% da receita das importações argentinas de máquinas para transformação de plásticos em 2016. Perdeu longe para Europa, China e Japão. Como justifica essas vendas frustrantes para um mercado vizinho? Paulucci Jr. – Apesar de termos equipamentos tecnológicos que atendem aos nossos vizinhos, as máquinas das origens citadas são oferecidas juntamente com um kit de financiamentos disponíveis nos países onde são construídas, com juros e condições extremamente atraentes. No momento, nós, fabricantes brasileiros de equipamentos, nada temos a oferecer em termos de tais facilidades. Por sinal, levamos mais uma

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