Shell confirma novo complexo petroquímico nos EUA

Capacidade de produção de PE será de 1.6 milhão de t/a

Brexit, a crescente autossuficiência da China em poliolefinas, a multidão de projetos concorrentes. Após digerir todas as variáveis desse tipo, a Shell anuncia ter batido de vez o martelo. Ao longo dos próximos 18 meses, a divisão química da petrolífera inglesa vai erguer no Estado da Pensilvânia, EUA, um cracker de eteno, polietileno (PE) e outros de derivados com partida idealizada para 2020. Movido a gás de xisto, o futuro complexo produzirá 1.6 milhão de t/a de PE, escala considerada de competitividade global pelo grupo. Se tudo correr conforme o previsto, essa capacidade da Shell entrará em cena num momento em que o mercado mundial ainda estará digerindo o alentado excedente de PE originário de diversas unidades que partirão nos EUA em 2017 e 2018.

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