Sete anos depois

A estranhíssima alíquota de importação de caprolactama

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A produção brasileira de caprolactama, matéria-prima para poliamidas, foi desligada em 2009. Sete anos depois, sua alíquota de importação ainda está empoleirada em 12%, alheia à norma que estipula taxa de  2% para materiais sem contratipos locais. No Brasil, já se disse, há as leis que pegam e as que não – pelo visto, a obediência a determinações tarifárias pertence ao último grupo. Sob qualquer ângulo, sete anos é tempo demais. A redução depende de endosso regulatório dos demais membros do Mercosul? Pois muito bem, o período transcorrido dava de sobra para os emissários brasileiros, encarregados de buscar os jamegões necessários, terem ido e voltado da viagem mesmo que o meio de transporte fosse caravela, zepelim ou lombo de burro.

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