Titech: ganhos de escala e qualidade na triagem de refugos plásticos com sensores.
Plenamente aclimatada por aqui, a norueguesa Tomra Sorting Recycling singra no fiorde do manejo de resíduos sólidos ao leme do seu sistema de triagem TITECH autosort. Baseado em sensores, ele identifica e separa cada componente de refugo encaminhado para reciclagem, inclusos plásticos, papel, metais, madeira e vidro. “Em três anos de trabalho no Brasil já temos 15 linhas instaladas”, assinala Carina Arita, diretora comercial da subsidiária brasileira da grife escandinava. Embora a separação manual ainda predomine no país, a procura pela triagem automatizada pulsa entre recicladoras em busca de ganhos de escala, qualidade e pureza de materiais, percebe a executiva. Com base nessa equação de custo/ benefício, a tecnologia Tomra vai ao encontro das expectativas instauradas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos para a contribuição da indústria brasileira de reciclagem, no plano geral ainda formada por empresas familiares, de menor porte e pouco capitalizadas. “Nossos equipamentos aumentam a capacidade produtiva e a estabilidade de processo, proporcionando rápido retorno do investimento”, garante Carina. Por exemplo, ela solta, o aporte em um sistema de separação óptica, considerando a inclusão dessa etapa em linha pré-existente, é remunerado em até três anos. A menor instalação TITECH autosort na ativa  no Brasil, ela distingue, processa 80 t/mês de sucata de polietileno de alta densidade (PEAD). Outra vantagem de TITECH autosort: a redução no consumo de energia de até 70% em comparação à já econômica terceira geração dessa tecnologia da Tomra, enfatiza a diretora. “Colocamos duas lâmpadas a cada metro de largura útil de trabalho. A

 

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