De um lado, um misto quente de mercados diversos entre si. Do outro, todas as fichas postas num único produto, os laminados sintéticos. O equilíbrio desses pesos na balança sustenta há 50 anos a vitalidade do Grupo Cipatex. “O fato de um mercado ir bem quando outro vai mal dotou a empresa de imunidade contra os solavancos da economia e de fôlego para crescer aproveitando as oportunidades surgidas à sua frente”, considera William Marcelo Nicolau, presidente da companhia sediada em Cerquilho, interior paulista. Na foto tirada agora, aparece um faturamento estimado este ano em R$ 500 milhões, à sombra de uma capacidade total da ordem de 60.000 t/a de laminados, volume puxado pelos tipos de PVC, resina que tem nessa aplicação seu segundo campo no país. Nada mal para quem teve um bazar como ponto de partida. Fundador e hoje no conselho do grupo, William Nicolau, pai de Marcelo, administrava o empório da família em Paraguaçu Paulista, no centro-oeste do Estado, até a perda do pai dificultar a continuidade do negócio.  Corriam os anos 60 e ele resolveu mudar para Cerquilho, praça para a qual seu bazar vendia chapéus de palha então usados por lavradores. Foi quando ficou a par das complicações em torno da logística de suprimento das carneiras, fitas colocadas no interior dos chapéus pelos fabricantes nas redondezas.William teve o estalo de fechar o vácuo manufaturando numa pequena garagem essas tiras à base de tecido impregnado com resina de nitrocelulose. “Ele dominou o método de produção movido por

 

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