Sangue, suor e lágrimas

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A recessão literalmente sangra a saúde pública. A rede nacional de hemocentros controlados pelo governo tem funcionado com custos defasados em, pelo menos, 35%, calcula Dante Langhi, diretor da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) e coordenador da hemorrede do Estado de São Paulo. “A situação é de insolvência iminente e estamos alertando a sociedade e as autoridades para esse risco de desabastecimento de sangue para os hospitais da rede pública”, ele avisa. Conforme reiterou no fechamento desta edição, ainda não há notícia de paralisia, em decorrência de lacuna no fornecimento de sangue e hemocomponentes, na prestação de serviços na área nacional da saúde.Mas a ameaça pulsa na veia do panorama. A carência de glóbulos vermelhos no

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