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Transformador médio precisa despertar para o mercado global de resinas, adverte especialista.

Carneiro: transformador monoglota não tem mais vez.
Carneiro: transformador monoglota não tem mais vez. A tempestade a desabar na política e economia faz o câmbio relampejar e as importações recuarem. Mas essa é a foto do momento e, quando o país entrar nos eixos e o dólar serenar, a volta às compras no mercado internacional são favas contadas. Desse ponto de vista, a hora é agora para transformadores de médio porte, em geral tão distantes das resinas do exterior que têm produção nacional quanto o Vasco e o Fluminense de qualquer caneco, começarem a abrir os olhos para o mundo, recomenda nesta entrevista Fabio Magalhães Carneiro, sócio executivo da Konver, empresa de assessoria na introdução, desenvolvimento e comercialização de polímeros no Brasil. PR – Quais as categorias

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