Reciclagem muito bem passada

JBS Ambiental é um caso à parte de excelência sustentável

Em 14 anos de ativa sem estardalhaço, a JBS Ambiental virou um ponto fora da curva no setor de reciclagem no Brasil. Não se sabe de frigorífico algum possuidor de recicladora e, para aumentar a singularidade, que a opere como unidade de negócios e submeta sua gestão às normas de governança corporativa (compliance) vigentes para o mercado de capitais. Há cerca de um ano, a JBS Ambiental soma ao trabalho desenvolvido para a corporação JBS, maior produtora de proteína animal do planeta, a oferta à praça de seus serviços de reciclagem de resíduos industriais e pós consumo, uma operação na qual o reaproveitamento de poliolefinas se destaca a ponto de a empresa produzir embalagens flexíveis de plástico recuperado para uso interno do grupo. Nesta entrevista, Andressa De Mello, diretora da JBS Ambiental, abre o perfil e a trajetória da operação. Andressa De Mello: JBS Ambiental certificada com Selo Nacional de Plásticos Reciclados. PR – Alimentos são o negócio por vocação (core value) do grupo JBS. Qual a motivação concreta para constituir em 2003 uma controlada, JBS Ambiental, totalmente fora desse foco? Andressa De Mello – Diante do alto volume e diversidade de resíduos gerados nos frigoríficos e indústrias da JBS, que enfrentavam desafios para o descarte consciente de embalagens, e com a amplitude logística do território nacional, foi criada a JBS Ambiental. Dessa forma, o escopo de trabalho da unidade de negócio foi ampliado ao longo dos anos e, hoje, tem a logística reversa e a valorização dos resíduos como

 

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