Querida, encolheram o carrinho

Mudanças nos hábitos de compra respingam nas embalagens. Elas podem ganhar com isso.

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A recessão tem virado de ponta cabeça aquele quadro, orgulho dos governo Lula e Dilma 1, da exuberância do consumo das classes mais pobres. Com o fim da festa, decretada pelo governo quebrado, inflação, dólar no cosmos e sumiço do crédito, os consumidores, no plano geral, se vêm compelidos a desapegar de um mundaréu de produtos que se aboletaram em seu cotidiano no passado recente. Agora, a população se debate entre ceder à lógica do dinheiro mais curto ou fazer das tripas coração para não tirar aqueles bens do carrinho do supermercado. Entre esses dois pesos, pulsam muitas orientações para desenvolvimentos e investimentos em embalagens plásticas, deixa claro na entrevista a seguir Olegário Araujo, dirigente da consultoria Inteligência em Varejo e

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