Quem é bom vai ficar

Uma pergunta para Gino Paulucci Jr., presidente da Polimáquinas e da Câmara Setorial de Máquinas para a Indústria do Plástico (CSMAIP), integrante da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas  (Abimaq). PR – Sob recessão, crédito restrito e empresas relutantes em investir, dá para o setor de máquinas para plásticos não se render ao baixo astral? Paulucci – Apesar das dificuldades encontradas ao longo deste ano pelas indústrias de transformação, vejo com muito otimismo nosso setor. Muitas empresas aproveitam o momento para renovar seus parques industriais. Temos no Brasil a média de idade de 17 anos para as máquinas instaladas. Um exemplo de justificativa para o esforço de modernização pelo transformador: um equipamento na ativa há 17 anos pode consumir, comparado a um novo, de 20% a 30% mais de energia elétrica para produzir a mesma quantidade, demorando mais e com menos qualidade. Conversando dia desses com um grande amigo, eu disse que o nível de consultas e fechamento de negócios no país pela minha empresa aumentara significativamente nos últimos dias de novembro e começo de dezembro. Ele perguntou: “Não seria a ‘visita da saúde’ (sinais de aparente melhora prenunciadores de morte iminente) à economia nacional?” Respondi taxativo: Não. Essas solicitações vêm de regiões distintas do Brasil e de líderes em seus mercados, sabem o que fazem. Também não esqueçamos que quase tudo que é fabricado é embalado e, nesse contexto, evidencia-se o avanço das embalagens plásticas flexíveis, campo que é a vocação da Polimáquinas e,aliás, ela se deu bem este

 

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