Quem é bom vai ficar

Uma pergunta para Gino Paulucci Jr., presidente da Polimáquinas e da Câmara Setorial de Máquinas para a Indústria do Plástico (CSMAIP), integrante da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas  (Abimaq). PR – Sob recessão, crédito restrito e empresas relutantes em investir, dá para o setor de máquinas para plásticos não se render ao baixo astral? Paulucci – Apesar das dificuldades encontradas ao longo deste ano pelas indústrias de transformação, vejo com muito otimismo nosso setor. Muitas empresas aproveitam o momento para renovar seus parques industriais. Temos no Brasil a média de idade de 17 anos para as máquinas instaladas. Um exemplo de justificativa para o esforço de modernização pelo transformador: um equipamento na ativa há 17 anos pode consumir, comparado

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