A esta altura do segundo tempo, o ano já é dado como perdido pelos fornecedores de máquinas para transformação de plástico. A frustração vem na garupa de motivos tão martelados à exaustão por analistas e porta vozes da indústria quanto ignorados pelo governo Dilma. Abrangem desde o clima de falta de confiança do empresariado para investir até a redução da demanda em diversos setores. No plano geral, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) verberou na mídia, ao final de setembro, a projeção de recuo da ordem de 15-20% nas vendas no período atual perante o também sofrível 2013. Manda a praxe que, às vésperas do final do ano ou de novo mandato presidencial, personalidades da economia  emitam declarações de aposta em crescimento no exercício vindouro. Lúcifer, porém, mora nos detalhes. Esse tipo de pensamento positivo exige estímulos concretos para efetuar uma transfusão de otimismo no setor de máquinas para transformar plástico. Afinal, reina o consenso de que o Brasil não se livra do micro crescimento tão cedo e, se alguma retomada for esboçada, manda a lógica que o transformador primeiro reduza seu grau de ociosidade, resultante da atual recessão, para então depois, ao sentir firmeza no horizonte do mercado, assuntar sobre a necessidade de expandir e renovar seu parque industrial. Enquanto isso, dados do governo situam em preocupantes 17 anos a idade média dos bens de capital em geral na ativa no país, deixando implícito um hiato na competitividade por ser preenchido. Aos fornecedores de máquinas

 

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