Wortex
De Fillipis e Milani: monoextrusoras blown mais rentáveis.
Ao incorporar, em fevereiro último, a Dolci e Bielloni, cânone italiano das extrusoras, sua conterrânea Amut fortaleceu as possibilidades de sua joint venture no Brasil, Amut Wortex, quebrar um paradigma do mercado nacional de flexíveis. “Além de comercializar as máquinas blown e cast da Dolci e Bielloni, vamos agregar sua tecnologia às nossas extrusoras tubulares, concebidas para mudar a cultura do setor de filmes monocamada”, reiteram Paolo De Filippis e Angelo Milani, respectivamente presidente e diretor comercial da Amut Wortex. Apesar das luzes da ribalta sobre  filmes coex, as vendas brasileiras de extrusoras são lideradas há décadas, em quantidade, pelas linhas blown para películas de uma camada, sustenta De Filippis. Empurrado por artigos como sacolas e sacos multiuso ou de lixo, o crescimento do consumo desses filmes não tem sido acompanhado a contento pela melhoria de sua tecnologia de extrusão, constata o dirigente. Afinal, pela dialética em vigor na praça, ele diz, o baixo valor agregado dessas embalagens explicaria o barateamento e limitações das linhas monocamada domésticas.Com o fim da produção brasileira de monoextrusoras blown pela grife alemã Reiffenhäuser, no início da década passada, seu vácuo foi ocupado por uma leva de marcas nacionais cuja disputa de mercado convergiu para o reinado de máquinas movidas a preço, nota De Filippis. Como não existe almoço grátis, os compradores dessas linhas recebem a fatura da tecnologia a desejar. “Volta e meia os transformadores recorriam à base em Campinas (SP) da  Wortex, que acumula centenas de extrusoras e cilindros vendidos para esse mercado,

 

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