Por uma bariátrica cultural

O Brasil saiu do radar dos investimentos industriais. E não dá para competir fora dessa tela.

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Marcos Curti
É complexo imaginar uma pessoa obesa e sedentária se preparando para ganhar a prova mais competitiva de uma olimpíada. Principalmente se essa prova estiver a menos de dois anos da data do início da preparação para disputá-la. É triste, mas essa é a analogia que, mais uma vez, vamos repetir aqui, ao analisar a indústria brasileira e sua participação no contexto mundial. O modelo industrial precisará de uma cirurgia bariátrica cultural para iniciar essa preparação. A primeira conclusão é que, sozinho, o atleta não consegue começar a jornada. Tudo, até esse momento, joga contra. Com raras e destacadas exceções, não nos preparamos para competir no mercado internacional ao longo dos últimos anos. A cada dia, nos fechamos mais na tentativa

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