Polietileno: operadores logísticos se preparam para exportar excedente dos EUA.

Investimentos tomam corpo em modais de transporte e centros de distribuição

containerA expectativa de mega exportações norte-americanas de polietilenos, à sombra do excedente doméstico gerado pelas novas capacidades do polímero, agendadas para partir ao final de 2017 e em 2018, já assanha os operadores logísticos. Além dos ganhos em vista, chama atenção a complexidade de uma operação iniciada com o despacho da resina a granel por ferrovia para posterior ensaque antes de sua remessa internacional por modal marítimo e rodoviário.Nesse sentido, operadores logísticos consideram as instalações do porto de Houston melhores para esses embarques que as de alternativas como New Orleans ou Norfolk. Em contrapartida, fontes como Frank Vingerhoets, CEO global da operadora Katoen Natie, ventilam na mídia que o porto de Houston acusa entraves em termos de disponibilidade de containers e caminhões, além de incidência de congestionamentos nas docas e estações de trem locais. Para contornar essas dificuldades a Katoen Natie e a parceira Union Pacific Corp.,forte no transporte ferroviário, planejam erguer em Dallas um centro de embarque de pellets de resinas trazidas, em especial,das novas unidades de polietileno na orla norte-americana do Golfo do México. Vingerhoets adianta a precvisão de que as exportações de poliolefinas aumentarão nos EUA em 60% a 80% entre 2016 e 2018. O Brasil é listado entre os destinos prioritários, por força da vantagem logística.

Sem comentários

Leave a Reply