Pode ser a gota d’água

Usina flutuante de energia solar garante eletricidade limpa e barata, apoiada em PEAD

Se a economia crescer 2,7% este ano, como pontificam os futurólogos, vai faltar energia, agouram vozes do próprio governo. Razão de sobra, portanto, para o país prospectar modelos de geração mais limpa e barata que o das hidro e termolétricas, responsáveis pela eletricidade brasileira alinhar-se entre as mais caras do planeta. É essa a premissa que ancora a usina flutuante de energia solar, experimento pioneiro no país, orçado em R$ 56 milhões e ativado desde dezembro último pela Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) no reservatório da barragem de Sobradinho. Fixada no fundo do lago por cabos, a platafrma instalada em 10.000 m² possui 7,3 módulos de painéis solares sustentados por flutuadores, capazes de gerar 1 megawatt-pico (MWp). A usina flutuante deve ser concluída durante este ano, agrupando então 35.000 módulos em 50.000 m2, para gerar 5MWP, capacidade suficiente para abastecer 20.000 casas populares. A Chesf avaliará a viabilidade econômica, técnica e ambiental da denominada Usina Solar Fotovoltaica Flutuante, tendo em vista a transposição da proposta a outras hidrelétricas e sua participação em leilões de venda de energia. No tocante à eficiência, a estatal estudará o desempenho da tecnologia fotovoltaica resfriada pelo vento e a água corrente do São Francisco, situação mais complexa que o mesmo experimento em águas paradas. O projeto estabelece que conexões levem a energia em corrente contínua produzida pelos painéis solares a equipamentos, postos num contêiner, para conversão em corrente alternada, via adequada ao envio da eletricidade pelas linhas de transmissão disponíveis em Sobradinho. A pegada

 

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