Pode chover nessa horta

Uma pesquisa promissora de bioplástico a partir de agro refugo

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Resíduos agroindustriais são o ponto de partida para um bioplástico posto em desenvolvimento por um grupo de pesquisadores do campus de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP). Além do baixo custo, o material sobressai por implicar reaproveitamento de agro refugo abundante no país, muitas vezes descartado, e por degradar-se no máximo em 120 dias sem depender de condições especiais para sua decomposição. Na entrevista a seguir, a evolução do estudo e sua relevância para o desenvolvimento sustentável são descortinadas por um dos principais integrantes do estudo, Bianca Chieregato Maniglia, pesquisadora do Departamento de Química da USP-Ribeirão preto e pós-doutoranda do Departamento de Engenharia da Escola Politécnica da USP. Bianca Maniglia: resíduos agroindustriais reduzem o custo do polímero. PR

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