PLA avança em próteses de animais

Sucesso no bico de tucano anima desenvolvimentos

tucanoBioplástico mais produzido no planeta, o ácido polilático (PLA) abre caminho no Brasil numa frente até hoje fora do radar das resinas petroquímicas: próteses para animais, em especial domésticos. Um indicador do vento a favor veio de um procedimento coordenado por Roberto Fecchio, doutorando do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Universidade de São Paulo (USP). A inovação constou da bem sucedida aplicação no bico com deformidade de um tucano de uma prótese corretiva produzida em PLA em impressora 3D, terminando com os problemas de alimentação da ave. O processo envolveu a moldagem do bico com gesso dentário e confecção de réplica em 3D, a partir da qual foi feita a simulação da prótese e em seguida a sua manufatura na impressora. O sucesso do experimental pavimenta o emprego, já em fases de ensaios, de próteses de PLA, polímero importado pelo Brasil, em cascos de cavalo ou tartaruga e até em dentes de cães.

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