Parado à beira do caminho

O setor de plásticos de engenharia torce pelo resgate do mercado o quanto antes

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Na ativa há sete anos em Indaiatuba, interior paulista, a Atomplast sintetiza o astral na transformação de plásticos de engenharia. “Nosso parque de 30 injetoras hoje roda com cerca de 30% de ociosidade, índice que buscamos baixar a 20% este ano com mais projetos de peças para indústrias parceiras e pedidos de novos clientes, caso de uma impressora fiscal para a Epson e modelos de filtros de água para a IBBL Bebedouros”, cita o presidente Hugo Camisotti. “Cobrimos principalmente os setores de eletrodomésticos, hardware de TI e automotivo, este último o mais atingido pela crise – nossas vendas para ele caíram 40%”. Autopeças sempre irrigaram a jugular do consumo brasileiro de resinas nobres, completado por componentes para eletroeletrônicos e, mais

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