Paradas Obrigatórias

Karina (estande F 898) Sob a retração atual, mercados chave para compostos de PVC e borracha termoplástica (TR), tipo construção civil e autopeças, passam um cortado. De olho no radar da componedora Karina, o gerente comercial Edson Penido ajusta a bússola para contornar a calmaria. Um filão promissor, solta, é o potencial para seus compostos poliolefínicos em rotomoldados em geral e componentes automotivos. “Em compostos vinílicos, devemos buscar mais intensamente a participação em produtos médico-hospitalares”, indica. Na Feiplastic, a Karina acena a esse mercado com compostos vinílicos isentos de ftalatos, ao lado dos tipos consolidados sem metais pesados, e com a linha de poliolefinas beneficiadas LSZH, cuja formulação destaca a presença de polietileno verde da Braskem, derivado de eteno obtido do etanol da cana de açúcar. Activas (estande D 700) Exceto poliamidas 6 e 6.6, o Brasil não produz plásticos de engenharia e a dependência doméstica dessas importações deve sentir de leve, este ano, uma garfada desferida pela valorização do dólar, raciocina Laercio Gonçalves, presidente da distribuidora Activas. “O impacto cambial reduzirá de forma modesta as vendas de resinas nobres por falta de opções locais em especialidades para o transformador substituí-las. Ou ajusta seu processo ao trabalho com uma resina alternativa doméstica ou se curva à precificação internacional”, ele constata. Agente de poliolefinas da Braskem, a Activas, por sinal, debutou há 25 anos comercializando plásticos de engenharia, tradição acentuada na Feiplastic com a recém firmada parceria com a Samsung em torno da distribuição de seu portfólio de copolímeros de acrilonitrila

 

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