Para não virar na corredeira

Seminário de Competitividade vai mostrar como a globalização, economia circular e tecnologia digital estão redefinindo a indústria do plástico

Medalhista olímpica da equipe canadense de caiaque, Anna Levesque postou em seu blog um texto no qual sustenta que não se deve parar de remar ao se descer uma corredeira e, ao ouvirem que devem manter o remo na água, os novatos em regra o deixam arrastar na água, feito uma versão piorada de um leme, e põem o barco em perigo. “Para aumentar a estabilidade numa corredeira, é importante avançar tão ou mais rápido que a corrente. Ao usar o remo como leme ou deixá-lo arrastando na água para tentar dirigir o caiaque, você perde o impulso e isso aumenta o risco de virar”. O mesmo vale para a vida real, aproveita o mote o jornalista Thomas Friedman, analista da reconfiguração atordoante do mundo no século XXI. “A única maneira de conduzir o barco”, ele defende, “é remar num ritmo igual ou mais veloz do que o que dita as mudanças na tecnologia, na globalização e no meio ambiente”. A indústria do plástico está bem no olho do furacão e, como tudo nesta vida, o reconhecimento de suas fraquezas e forças, senões e virtudes, assim como dos fatores que instauram a zona de turbulência, é o primeiro passo para ela acertar o rumo do barco na corredeira. Uma oportunidade e tanto para esta autocrítica sair do papel sobe à tona em 18 de setembro próximo, durante o oitavo Seminário de Competitividade, fórum de inteligência do mercado montado anualmente por Plásticos em Revista e a Associação Brasileira da Indústria do

 

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