Onde a corda arrebenta

Não é a desinformação, mas o ambiente da economia que tolhe a automação do processo no Brasil, julga a supervisora da Ciberplast

Karine Grison: incertezas também favorecem a operação manual Todo ano eles fazem tudo sempre igual. Analistas do mercado financeiro soltam à entrada de janeiro suas previsões para o PIB brasileiro e, a partir daí, tratam de revisá-las mês a mês até o final do período. É uma das muitas marcas registradas da volatilidade economia do país e que pega em cheio os transformadores de plástico não só pela penúrias da recessão, mas pelo alargamento da incerteza quanto ao futuro de suas empresas, dada a descapitalização generalizada entre elas, para não perder de vista a atualização tecnológica. Graduada em Tecnologia em Polímeros e com mestrado em Engenharia de Processos e Tecnologia, Karine Grison, supervisora industrial da gaúcha Ciberplast, atuante no reduto

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