Onde a corda arrebenta

Não é a desinformação, mas o ambiente da economia que tolhe a automação do processo no Brasil, julga a supervisora da Ciberplast

Karine Grison: incertezas também favorecem a operação manual Todo ano eles fazem tudo sempre igual. Analistas do mercado financeiro soltam à entrada de janeiro suas previsões para o PIB brasileiro e, a partir daí, tratam de revisá-las mês a mês até o final do período. É uma das muitas marcas registradas da volatilidade economia do país e que pega em cheio os transformadores de plástico não só pela penúrias da recessão, mas pelo alargamento da incerteza quanto ao futuro de suas empresas, dada a descapitalização generalizada entre elas, para não perder de vista a atualização tecnológica. Graduada em Tecnologia em Polímeros e com mestrado em Engenharia de Processos e Tecnologia, Karine Grison, supervisora industrial da gaúcha Ciberplast, atuante no reduto de injeção, sustenta na entrevista a seguir que as equipes da linha de produção estão a par dos desdobramentos na prática de movimentos de vanguarda como a Indústria 4.0 e não teriam maiores dificuldades para assimilar as inovações. O xis do problema, ela deixa claro, é a imposição da corrida por produtividade e excelência, requerendo investimentos de empresas que hoje operam com alta ociosidade e só têm olhos para cortes na carne dos custos.  PR – Como avalia o estágio atual da automação do processo no setor brasileiro de injeção de peças plásticas? Karine Grison – Como tudo tem um custo, o quesito automação é diretamente proporcional à complexidade do processo em si, desde a injeção do produto à destinação ao cliente final. Considero o Brasil muito capacitado nesse aspecto

 

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