O toque de Sadim

Lula e Paulo Roberto Costa (ao fundo) em Suape: pedra cantada de um fracasso. Em pouco mais de um ano rodando com sua capacidade completa de PET, a venda da Petroquímica Suape (PQS) é encaminhada pela Petrobras. Além do endividamento da petrolífera, a decisão foi justificada pelo presidente Pedro Parente com o foco agora restrito ao que ela sabe fazer, os negócios de sua vocação, óleo e energia. Mas o bota fora da PQS extrapola a conveniência dos ajustes financeiros e de planejamento estratégico. Por poucas vezes no setor plástico um empreendimento refletiu com tanta nitidez o toque de Sadim (Midas lido ao contário) do governo sempre que se mete a empresário. O fiasco da PQS, cambaleante sob anos seguidos

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