O negócio é espalhar os ovos

Distribuidora Activas passa a cultivar a diversidade do portfólio

O negócio é espalhar os ovos
O mundo gira e a Lusitana roda. Nos idos de 1990, a Activas subiu ao balcão dos plásticos pela porta das resinas de engenharia, um comércio movido a entregas de baixo volume de materiais de alto valor agregado e dependentes de tanto suporte técnico que , não raro, retardava e onerava o fechamento da venda a ponto de afugentar varejistas do negócio. Apesar desses entraves, o progresso e capitalização alcançados pela empresa de Laércio Gonçalves deu na vista a ponto de, a partir de 2010, lhe terem sido franqueadas as portas para materializar aquele sonho de distribuir grades nacionais de polipropileno (PP) e polietileno (PE). Não deu outra e a Activas não demorou a atingir a estatura atual de uma das maiores distribuidoras da rede de agentes da Braskem e, na esteira, seu balanço passou ao domínio quase absoluto do negócio de resinas commodities. Mas desde a largada da recessão, ao final de 2014, a concorrência da distribuição oficial de PP e PE com a revenda autônoma, alimentada por grandes transformadores, endureceu com tanta intensidade que Gonçalves passou a considerar a estratégias de ampliar a diversidade do portfólio para minorar a excessiva dependência das poliolefinas. O primeiro movimento nesse sentido é a revitalização do negócio de especialidades plásticas, uma comercialização embebida no charme de soluções mais individualizadas e rentáveis, mas ao sabor de materiais importados e, nessas águas, do comportamento errático do câmbio e da disponibilidade de produtos cuja primazia é o mercado hoje em ebulição no I Mundo. Todos

 

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