O mapa da mina

Daniella La Torre:ferramenta da Basfcontribui para maior vida útil dos agrofilmes. Embora merecedor de todos os superlativos, o agronegócio brasileiro ainda apanha de paragens como México, Japão e Europa em termos de consumo de plástico. Ainda assim, o emprego de filmes no cultivo protegido de hortifrútis tem crescido por aqui em extensão e modernidade, sob pressão de um consumidor de alimentos mais exigente e do empenho do agricultor em afiar a produtividade e depender menos dos humores atmosféricos. Vem a calhar para esse propósito a chegada de uma supervisão sideral: a ferramenta para mapear a radiação ultravermelha (UV) de plásticos, assinada pela Basf e dois centros da elite aeroespacial: o alemão DLR e a agência norte-americana Nasa. Em suma, o

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