Começou a contagem regressiva para a petroquímica sul-americana encarar o momento da verdade. Em cerca de dois anos, os EUA voltam com força cada vez maior ao time de exportadores de classe mundial de poliolefinas e PVC, à sombra de vantagens econômicas a exemplo da rota do gás de xisto (shale gas) e de propeno resultante da desidrogenação do propano. Na voz unânime dos analistas, esse ressurgimento de um excedente norte-americano de resinas e a América Latina na cabeça dos canais para sua desova evocam a imagem da formação de um furacão Katrina a caminho do mercado-chave para as petroquímicas situadas do México para baixo, todas algemadas a matérias-primas mais caras ou limitadas. A reboque, pulsa o risco de subida

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