O gelo que não derrete

Frio nas compras de geladeiras não congela inovações em PS

A recessão tritura os bens duráveis e a linha branca não escapa do massacre. Mas apesar da descida das vendas à sala de estar do Vasco e Fluminense, o setor de refrigeradores continua a exercer um charme de virar a cabeça de poliestireno (PS), graças ao horizonte por trás da cerração do desgoverno. “Estima-se que 30% dos refrigeradores em uso no Brasil tenham mais de 10 anos e a partir dessa idade se intensifica a degradação da ineficiência”, expõe Marcelo Campos Alencar Pinto, gerente de marketing da Esmaltec, ponto cardeal dos eletrodomésticos nacionais. “Hoje em dia, os consumidores adquirem novos refrigeradores a cada década e, nos últimos anos, a troca do produto passou a não se limitar ao tempo de uso, envolvendo a evolução do consumo e a inserção do eletrodoméstico como componente da decoração do ambiente, devido em especial à maior quantidade de domicílios com cozinha integrada à sala, sem falar na sofisticação trazida pelo inox e na oferta de propostas e cores além do tradicional branco, em sintonia com estilos modernos e vintage, mudanças atestadas pela Esmaltec com suas linhas Black e Way de geladeiras”. A compra do refrigerador, analisa Campos, é planejada em função do seu valor. “De forma geral, o consumidor é levado por duas motivações: a necessidade de um produto novo, pois o que tem dá problemas, e o desejo de ter um equipamento atual, não importa se já possui um com a mesma função”. Em resposta, ele amarra, o setor oferece modelos de geladeira

 

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