O canteiro de obras vai voltar a sorrir na selfie

Mexichem confia em retomada discreta mas alentadora da construção

Nos últimos anos, o registro de saldo negativo nos balanços da construção civil tornou-se tão clichê quanto à notícia de que o Rio amanheceu sob tiroteio ou que o Brasil virou exportador regular de PVC desde que a recessão fez o consumo doméstico sentir sua mão pesada na nuca. No entanto, não há mal que sempre dure e, com os bons fluidos aspergidos pelo mercado de capitais na praça, em função da eleição de Jair Bolsonaro, começam a pipocar na mídia decisões de desengavetar investimentos por parte de empreendedores do naipe de construtoras e, mesmo o varejo de materiais de construção, tem servido de termômetro da moderada volta da confiança ao reduto de reformas residenciais. São boas novas aos ouvidos da Mexichem Brasil, demonstra nesta entrevista seu diretor geral Henio De Nicola. Braço local da corporação Mexichem, nº1 em materiais de construção na América Latina e cuja operação abriga atuação na petroquímica (PVC), a Mexichem Brasil preparou-se para a virada a caminho. Nesse ínterim, conforme assinala o dirigente, a empresa montou núcleo de inovação no interior paulista, trata de abrir caminho para seus dutos no setor de telecom e tem reiterado sua estratégia de sacudir o mercado com soluções sem similares locais para os setores predial e de reformas. Em suma, só falta a demanda fazer a sua parte. Porta voz de 140.000 lojas do setor, a Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco) projeta crescimento nas vendas de 6% a 7% este ano. Como avalia esta previsão

 

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