O buraco é mais embaixo

Para atrair o capital estrangeiro, é preciso bem mais que caras e bocas liberais

Nada como pixulecos no caixa para mudar a ideologia. Sem poupança interna e com o grau de investimento à beira do precipício, o governo recorre agora a meneios liberais para seduzir o ressabiado e escaldado capital externo. A capacidade de um país atrair esses recursos depende do seu quociente de risco e oportunidades de rentabilidade oferecidas – quanto maior o risco, maior o retorno. Na selfie global, o Brasil marca pelo alto risco, pois só consegue captar dinheiro de fora com juros na lua. Para esses investidores recolherem o pé mantido atrás, o primeiro passo é convencê-los de algo que ruiu com a compulsiva intervenção estatal na economia: a) a percepção de que temos regras claras e não violáveis ao

Conteúdo restrito a assinantes e cadastrados.

Se você já é usuário, faça login.
Novos usuários podem se cadastrar abaixo gratuitamente.

Login de Usuários
   
Registro de Novo Usuário
*Campo obrigatório
COMPARTILHAR
Matéria anteriorTão perto e tão longe
Próxima matériaEd. 615 – Junho 2015