O bolso ensina

Seria muito educativo se o povo visse a parcela de impostos no preço mostrado na embalagem dos produtos

O sociólogo Alberto Carlos Almeida deu o que falar quando lançou, em 2007, o livro “A Cabeça do Brasileiro”. Fruto de pesquisa para traçar um perfil da população, a obra continha revelações dessas de se varrer para baixo do tapete para não chocar as visitas. Por exemplo, os entrevistados mostravam-se benevolentes com o nepotismo e corrupção no governo e viam no Estado uma espécie de pai de todos, com a missão de prover tudo, não importa como. “São muito atrasados”, comentou Almeida para Plásticos em Revista. Oito anos depois, não há razão para se contar com mudanças nessa percepção popular. Ao contrário, fatores como a piora de uma educação já abaixo da crítica e o intervencionismo a 100º do governo

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