Basta uma só corrida a qualquer supermercado para perceber a transformação drástica na prateleira de molhos de tomate. De poucos anos para cá, a gôndola, antes repleta de latas e caixas cartonadas, mudou de cara ao abrir-se a um mar  stand-up pouches. Essa estrutura flexível, além de apresentar atributos como maior leveza frente às embalagens alternativas, caiu no gosto do consumidor com uma intensidade que dificulta crer que essa tendência tenha arribado com relativo atraso por aqui, como constata Claire Sarantópoulos, pesquisadora científica do Centro de Tecnologia de Embalagens (Cetea) e sumidade nº1 em flexíveis no Brasil. Os bastidores dessa arrancada e as frentes para aprimoramento dos pouches são descerrados por Claire na entrevista a seguir. PR – Qual a razão do predomínio de stand-up pouches entre as alternativas em flexíveis de embalagem para atomatados? Claire Sarantópoulos – Na última década, o crescimento da utilização de flexíveis para acondicionar alimentos como alternativa ao metal, plásticos rígidos e vidro foi evidente e isso engloba as embalagens flexíveis autossustentáveis, conhecidas como stand-up pouches. As tecnologias de fabricação de filmes multicamada permitiram a combinação otimizada de diferentes materiais, resultando em estruturas com propriedades para atender aos requisitos de conservação de alimentos. Barreira a gás, ao vapor d’água e à luz, bem como resistência térmica e mecânica, rigidez e selagem hermética são propriedades que podem ser reunidas sob medida na embalagem flexível, qualificando-a como boa alternativa para os molhos de tomate. No mais, ela pode ser utilizada em processos assépticos de esterilização ou de

 

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