Basta uma só corrida a qualquer supermercado para perceber a transformação drástica na prateleira de molhos de tomate. De poucos anos para cá, a gôndola, antes repleta de latas e caixas cartonadas, mudou de cara ao abrir-se a um mar  stand-up pouches. Essa estrutura flexível, além de apresentar atributos como maior leveza frente às embalagens alternativas, caiu no gosto do consumidor com uma intensidade que dificulta crer que essa tendência tenha arribado com relativo atraso por aqui, como constata Claire Sarantópoulos, pesquisadora científica do Centro de Tecnologia de Embalagens (Cetea) e sumidade nº1 em flexíveis no Brasil. Os bastidores dessa arrancada e as frentes para aprimoramento dos pouches são descerrados por Claire na entrevista a seguir. PR – Qual a

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