Não é por falta de aviso

Brasil virou um dos países mais caros para se produzir, engrossa o coro o CEO da Logoplaste

Botton: margens no Brasil inferiores à média internacional.
Com cadeira cativa entre os cinco maiores transformadores europeus de embalagens rígidas e nº1 no Brasil no sopro contíguo à linha de envase do cliente (sopro in-house ou hole in the wall), a  portuguesa Logoplaste acumula perto de 15 anos de milhagem de voo no país. Ao longo desse período, ela formou uma carteira de clientes de arrancar suspiros na praça, uma plêiade onde brilham colossos como Ambev, BR Foods, Cosan, Danone, Hypermarcas, Ipiranga e Itambé. O Brasil é onde a Logoplaste concentra as forças na América do Sul, catequisando com sucesso indústrias de altas escalas para a economia e sossego que é incumbir um expert global de desenvolver e fornecer suas embalagens, de preferência nas imediações da manufatura do produto final. Filipe de Botton, CEO global dessa companhia na ativa desde 1976 e sediada em Cascais, sempre acompanhou ao vivo os negócios por aqui. O convívio com o empresariado e poder público lhe rendeu uma noção realista da conjuntura brasileira, como demonstra nesta entrevista ao deixar clara a urgência de mudanças para o país sair da lanterna dos rankings de competitividade e atrair investidores, hoje ressabiados com tanto pedregulho no caminho. Botton: margens no Brasil inferiores à média internacional. PR – O Brasil atravessa uma recessão sem precedentes e, em reação previsível, as indústrias em geral mergulham nos cortes de custos. Esse cenário favorece ou inibe a oferta no país, pela Logoplaste, de seus serviços de sopro in-house? Botton – O Brasil decerto passa por um dos períodos mais

 

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