Não é nossa vocação. E daí?

Uma pergunta para Sergei Epof, diretor de marketing da indústria de eletroeletrônicos Panasonic do Brasil

Sergei Epof
Sergei Epof PR – Por que a Panasonic injeta peças plásticas na fábrica de linha branca, em Extrema, em Minas Gerais, em lugar da praxe de incumbir essa produção a transformadores especializados? Epof – Reconheço que essa atividade destoa do core business (negócio por vocação) da empresa, mas ela é realizada desde a partida da unidade de lavadoras e refrigeradores, em 2012. As justificativas para essa verticalização são a busca de custos competitivos e a dificuldade no desenvolvimento de parceiros próximo da planta. Trabalhamos com polipropileno, poliestireno e copolímero de acrilonitrila butadieno estireno em injetoras de 280 a 1.700 toneladas e com vida útil média de quatro anos. Operam com moldes importados e nacionais. Sua origem é determinada pela urgência da produção e pelo contexto do câmbio. Não se trata de uma verticalização absoluta, pois, a depender do material, cor ou do artefato em si, adquirimos peças plásticas de fornecedores. A peça mais pesada injetada na planta é o tanque das lavadoras de roupas. A propósito, a crescente eletrônica embarcada na linha branca da Panasonic abre mais oportunidades para aplicações de plásticos. Uma referência nesse sentido é o refrigerador BT54PV1X, com capacidade de 483 litros e sensores para monitorar seu uso.

 

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