Não dá pra ficar parado

Setor de periféricos vê a barra pesar, mas não atira a toalha

Santos: crise não trava fluxo de inovações. Em 3 de março último, quando Lula foi depor na Polícia Federal sob condução coercitiva, a Bolsa fechou com subida tão recorde quanto a queda do dólar. Ficou claro que, se o PT sai do governo, nem será preciso aguardar pelas necessárias reformas estruturais para a confiança mudar para melhor o astral do empresariado. A torcida por essa virada pulsa, em particular, no reduto de equipamentos periféricos para a transformação de plásticos. Suas principais vantagens e argumentos de venda, afinal de contas, sofrem o diabo na atual conjuntura depressiva. Os ganhos acenados de produtividade, por exemplo, perdem o chão diante dos índices de ociosidade impostos pela crise às indústrias clientes. Da mesma forma, as virtudes da automação do processo, embora ela seja um caminho sem volta, acabam arranhadas aos olhos da praça num período de desemprego tão crescente quanto a carência de preparo do chão de fábrica para lidar com tecnologias avançadas. Paulucci: pressão altista do Custo Brasil e de fornecedores dosetor de periféricos. A italiana Piovan forma entre as pedras angulares em periféricos que estão se guardando pra quando o carnaval chegar. “Nossa missão é compreender como dar um maior valor ao cliente através de flexibilidade nos termos de negociação e na oferta de ampla linha de soluções, inclusive as concebidas sob medida para o usuário”, define Ricardo Prado Santos, vice-presidente da Piovan do Brasil. Para comprovar o discurso, ele recorre aos lançamentos deste ano. “Estamos introduzindo linhas de chillers com os

 

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