Não dá pra ficar parado

Setor de periféricos vê a barra pesar, mas não atira a toalha

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Santos: crise não trava fluxo de inovações. Em 3 de março último, quando Lula foi depor na Polícia Federal sob condução coercitiva, a Bolsa fechou com subida tão recorde quanto a queda do dólar. Ficou claro que, se o PT sai do governo, nem será preciso aguardar pelas necessárias reformas estruturais para a confiança mudar para melhor o astral do empresariado. A torcida por essa virada pulsa, em particular, no reduto de equipamentos periféricos para a transformação de plásticos. Suas principais vantagens e argumentos de venda, afinal de contas, sofrem o diabo na atual conjuntura depressiva. Os ganhos acenados de produtividade, por exemplo, perdem o chão diante dos índices de ociosidade impostos pela crise às indústrias clientes. Da mesma forma,

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