Mesmo com a economia na UTI, a indústria de descartáveis higiênicos, porto seguro para nãotecidos de polipropileno (PP) e filmes de polietileno (PE), navega em velocidade de cruzeiro sob a  borrasca. Os santos por trás do milagre chamam-se melhor poder aquisitivo de baixa renda e a taxa de penetração desses artigos, ainda muito aquém da curva dos mercados maduros. No país, para se ter uma ideia, cerca de 30% das crianças continuam a usar a arcaica fralda de pano, constrangimento que evidencia espaço considerável para o avanço do tipo descartável. Os resultados do setor, engrossado por fraldas geriátricas, produtos para incontinência urinária e absorventes femininos, já exibem robustez nada infantil e estão bem acima do esquelético PIB nacional. Em 2013,

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