Nada será como antes

O tradicional modelo de negócio das petroquímicas já era

Enquanto a evolução do carro elétrico tem sido veloz, as atuais tecnologias de geração e abastecimento de energia para ele carecem de consistência e escala confiáveis, assim como as vias de suprimento de matérias-primas para elas ainda não são propriamente sustentáveis. O quadro faz paralelo com os desafios encarados pela petroquímica. Enquanto seu passado é memorável, ela resiste a embarcar nas novas oportunidades que encerram seu futuro. E a sociedade precisa que a petroquímica resolva o impasse num cenário em que carros autônomos e a impressão 3D estão a caminho de desfrutar a pleno seu potencial. Afinal, são avanços que requerem polímeros lastreados em cadeias de carbono. Ao mesmo tempo, a petroquímica depara com a crescente preocupação pública com descartáveis de plásticos. A questão imediata é a necessidade de assegurar à sociedade que os artefatos plásticos utilizáveis apenas uma vez não são mais jogados fora, resultando regularmente em poluição marinha. O descarte incorreto tem potencial para impactar mais da metade da demanda mundial de polietileno (PE) e perto de 1/3 da de polipropileno (PP). A situação, portanto, cobra da petroquímica rapidez na resolução de pontos críticos. Entre eles, a expansão dramática das opções de redução/reuso/reciclagem/regeneração para resinas de consumo de massa e a melhoria da performance dos sistemas de reciclagem, da tecnologia e logística da combustão de sucata polimérica e, por fim, o aprimoramento da qualidade no design de produtos transformados, tendo em vista sua reciclagem. Outro fator-chave é o aumento no uso de processos de pirólise para regenerar estoques

 

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