Na boca do ciclone

Não é hora de falar em planos na petroquímica da América Latina

Nos mapas dos analistas da petroquímica, a América do Sul costuma ser enfiada no bojo da categoria “row” (rest of the world ou resto do mundo). Essa fragilidade  da região num setor onde quem não forma preços não conta é acentuada agora pela passagem do tornado na forma do petróleo brent rumo a US$ 20, o esfriamento do PIB chinês e a sobra mundial de resinas como polietilenos (PE), consideradas pontos cardeais do negócio petroquímico. Nesta entrevista, Roberto Ribeiro, dirigente da consultoria norte-americana Townsend, sintetiza a saia justa e o terreno minado pela frente para o Brasil. Ribeiro: exportadores endurecem no crédito ao Brasil. PR – Em 2015 o balanço das resinas brasileiras fechou positivo devido às exportações. No plano

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