Mobilidade urbana: o impacto sobre autopeças de plástico

Reviravolta na indústria automobilística será discutida no 7º Seminário Competitividade

Terceiro mercado para transformados de plásticos no Brasil, a indústria automobilística pisa na soleira de uma crise existencial. À exceção de poucos mercados emergentes de maior envergadura, o setor não só amarga taxas ínfimas de crescimento em países desenvolvidos como se vê atirado no olho de um furacão tecnológico e cultural, intitulado mobilidade urbana. Entre os indicadores dessa tendência de inevitável desembarque a médio prazo por aqui, sobressaem o compartilhamento de veículos; o desinteresse da nova geração pela compra de carro novo, a escalada dos carros elétricos e autônomos repaginando o espaço ocupado pelo plástico e a concepção de peças do material , sem falar na TI embarcada cada vez mais nos autos e a Internet das Coisas interferindo no transporte urbano individual e coletivo. Uma panorâmica da mobilidade urbana, suas perspectivas nas metrópoles brasileiras e as alterações que ela promoverá na rota das autopeças plásticas compõem o cardápio der uma das mais aguardadas conferências do 7º Seminário Competitividade, realização de Plásticos em Revista e Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, agendado para 14 de setembro próximo em São Paulo.

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