Mercado não é cartório

Prefeitura de SP barra transformadores menores da concorrência em sacolas

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O reinado de polietileno (PE) verde em sacolas para o comércio paulistano periga ser abalroado caso o ganhador das eleições para prefeito, em outubro próximo, não seja do PT. Dessa vez, a pedra no sapato do polímero da Braskem não se trata da querela da venda versus distribuição gratuita da embalagem nem de dúvidas quanto à sua contribuição ambiental, mas de uma desavença sobre seu fornecimento. Uma minoria de transformadores de maior porte adquire direto da petroquímica o bioplástico, por lei o material dominante na composição das sacolas, a preços e volumes inalcançáveis pelos concorrentes menores, a esmagadora maioria das indústrias do ramo e dependentes do PE verde cotado mais caro em distribuidores autorizados. Essas empresas sentem hoje na carne

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