Lucro extraído com garra

Robô vira gênero de primeira necessidade para o transformador

K’2016: robô Sepro identificado com o conceito Indústria 4.0.
Na feira K 2016, em outubro último na Alemanha, a imagem que simboliza o desembarque do conceito Indústria 4.0 no setor plástico foi uma grade frontal de um sedã Mercedes Benz manipulada com extrema flexibilidade por um robô cartesiano do grupo francês Sepro, nº1 europeu nessa frente da automação dos processos. No Brasil, a ideia da fábrica inteligente ainda não é sequer um brilho nos olhos dos empreendedores. O fato, porém, é que o negócio de transformar plástico é cada vez menos benevolente com quem se aboleta na defasagem e faz parte da noção atual de competitividade fabril preterir, quando possível, a operação manual em favor de um substituto que dispensa salário e trabalha melhor chamado robô. É no horizonte

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