Lamborghini quer usar fibra de carbono no motor

Substituição de metal nos coletores favorecerá leveza e potência

LamborghiniTecnologia ainda embrionária em automóveis de escala comercial, os compostos de resina e fibra de carbono têm há bom tempo passe livre na carcaça de bólidos da F-1 e requintados carros de montagem artesanal. Neste último compartimento, a italiana Lamborghini toma a frente ao tatear o terreno para uso de fibra de carbono sob o capô. O foco da super grife sediada em Sant’Agata e com pequena unidade em Seatlle,nos EUA, está assestado na possibilidade de deslocar aço por fibra de carbono em hastes de conectores do motor V-12. “Elas representam o futuro do setor na nossa visão”, frisou para a mídia o CEO Stefano Domenicali.Os chamarizes para a troca, segundo foi divulgado, é o ganho em leveza da ordem de 40-50% e o aumento da potência e aceleração. Daqui a cerca de um ano e meio, afiançam executivos da Lamborghini, devem terminar os desenvolvimentos em andamento para a entrada em campo do primeiro carro munido de conectores de fibra de carbono e o veículo deve ser o sucessor do modelo Aventador, previsto para ganhar o mercado em 2020 ou 2021.

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