Indústria 4.0: viés de queda no custo dos insumos

Estudo da CNI revela massificação crescente das tecnologias da Quarta Revolução industrial

A tendência de queda global nos preços dos insumos, devido à sua rápida massificação, joga a favor do esperado esforço da manufatura do Brasil – cadeia plástica inclusa – para se inserir na moldura da Indústria 4.0. Este sinal de alento é captado nos cenários desvendados no estudo “Indústria 2027”, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria. Por exemplo, aponta o trabalho, o preço médio do sensor para internet das coisas era fixa o em US$ 1,30 em 2004, está  hoje em U$ 0,44 e caminha para US$ 0,38 daqui a dois anos. Outra referência destacada no levantamento da CNI é a pujança crescente do mercado mundial de impressoras 3D.  Em 2016, ele era avaliado em US$ 7 bilhões, cifra elevada a US$ 13 bilhões no panorama deste ano, devendo saltar a US$ 21 bilhões em 2020. Na mesma trilha, os gastos globais com robótica limitavam-se a US$ 7 bilhões em 2000, passando para US$ 27 bilhões em 2015 e pendem para a marca de US$ 43 bilhões em 2025, prevê o estudo.