Indústria 4.0 não pode ser novo 7 x 1

José Ricardo Roriz Coelho
José Ricardo Roriz Coelho Em setembro de 2015, durante o já tradicional seminário “Competitividade: O Futuro Perfil da Transformação Brasileira de Plásticos” fizemos um debate sobre como a indústria 4.0 ou manufatura avançada promoveria um salto de produtividade na atividade fabril mundial. Na ocasião, concluímos que a atenção a essas tecnologias de digitalização do processo de manufatura e serviços atrelados seria determinante para manutenção dos empreendimentos e competitividade da indústria de transformados plásticos nos próximos anos. Um ano depois, já vemos uma série de aplicações práticas apontando como o uso de tecnologias pode revolucionar a produtividade das empresas do plástico. Podemos citar sensores de controle do processo por peso e som que definem o peso do molde e ajustam a temperatura, a quantidade de água, o resfriamento, a precisão do parafuso e a força da garra dos robôs. Como se isso não bastasse, eles programam a manutenção do molde caso sejam identificados padrões diferentes no som emitido pela ferramenta durante o processo. Tudo isso pode ser controlado por um gestor via um aplicativo no celular que pode intervir e solucionar on line problemas detectados na manufatura. Sondagem sobre a indústria 4.0 empreendida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) distingue o setor de transformados plásticos figure entre os que mais recorrem a tecnologias digitais em processos. O levantamento também observa que o avanço da indústria 4.0 no Brasil depende de maior conhecimento por parte das empresas sobre ganhos como o de produtividade advindos de tais tecnologias, ainda utilizadas de forma incipiente

 

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