Índia acena para investidores em petroquímica

Consumo do país depende em boa parte de resina importada

Para acertar o passo com a procura por plásticos esporeada por um PIB de crescimento anual estimado em 7%, a Índia precisaria de um novo complexo da ordem de 1,2 milhão de toneladas de eteno por ano. Esse cálculo capaz de magnetizar investidores é assinado por Siddharta Mitra, diretor executivo da India Oil Corp.Ltd (IOC). Em linha com essa perspectiva, ele informa, sua empresa planeja aportar US$ 5 bi deste ano a 2022 em empreendimentos a exemplo de uma planta de 350.000 t/a de polipropileno, como parte integrante de uma refinaria para óleo cru da ordem de 3 milhões de t/a prevista para a localidade de Baroni. Na foto atual, a Índia consome 8 kg de plásticos per capita e sua transformação permanece em boa parte, dependente de resinas importadas, pois a demanda é situada na faixa de 12 milhões de t/a perante produção doméstica de termoplásticos na órbita de 9 milhões de t/a, projeta Vikram Sampat, vice presidente do grupo petroquímico local Reliance, peso pesado global em PET. Conforme sustenta o dirigente, o setor petroquímico do país tende a evoluir à invejável média de 8% a 10% ao ano.

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