Hora do banho de sal grosso

Natiplast encara a torneira fechada nas vendas de materiais de construção

Oliveira: investimentosem hibernação. Diminuir o tempo do banho ajuda a baixar a conta da energia e água. Esta regra da economia doméstica virou notícia durante a crise hídrica, ainda não zerada no Sudeste, e quase ganhou força de lei na conjuntura atual para uma população cujo poder de compra empobreceu perto de 9% entre 2014 e 2016. Aliás, ela tem sido, ao pé da letra, uma ducha de água fria para a gaúcha Natiplast. Com portfólio puxado por registros e duchas higiênicas, especiais e individuais, o balanço da transformadora presidida por Gelson Oliveira hoje escapa por pouco de ir a pique. “O faturamento tende a permanecer estável este ano, amparado em dois carros chefes: a demanda do segmento de esteiras para automação e as parcerias de prestação de serviços na injeção de terceiros”, ele analisa. Entre os injetados fornecidos, constam utilidades domésticas e, neste ponto, o negócio da Natiplast conta com a escora da JR Oliveira, ferramentaria independente controlada pelo empresário e focada em moldes de injeção. Oliveira não hesita em listar a atual depressão da economia como a pior que a Natiplast deglutiu em 16 anos de estrada. “É a mais grave por ser a mais longa; a empresa já acumula dois anos de quedas consecutivas em suas receitas”, assinala. Duchas e registros figuram na pesquisa mensal entre centenas de lojistas empreendida pela Associação Nacional do Comércio de Materiais de Construção (Anamaco). A entidade não abre ao público os dados da trajetória de cada uma das 63 categorias de

 

Para continuar lendo cadastre-se gratuitamente.

Conteúdo restrito a assinantes e cadastrados.
Se você já é usuário, faça login.
Novos usuários podem se cadastrar abaixo.

 

Login de Usuários
   
Registro de Novo Usuário
*Campo obrigatório