Hora de botar a boca no trombone

Adirplast parte para ações institucionais

Prestes a entrar em seu décimo ano de estrada, a Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins (Adirplast) prepara-se para transitar de roupa nova. Até hoje, a entidade concentrou esforços em mapear o varejo de resinas e em ganhar mais corpo arrebanhando para o seu seio agentes da comercialização de filmes, por ora de polipropileno e PET biorientados. Essa estratégia segue em frente em 2017, mas mesclada com um discurso que extrapola a porteira do negócio, enveredando pelo emaranhado tributário e a conscientização ambiental, adianta nesta entrevista Laércio Gonçalves, presidente da entidade e da distribuidora Activas. Gonçalves: distribuição inconformada com a guerra fiscal. PR – Em seu plano de metas para 2017, a Adirplast promete lutar contra a guerra fiscal. O que pretende fazer na prática que uma multidão de associações que pensam igual ainda não fez? Gonçalves – A Adirplast pretende engajar-se, junto com outras entidades do setor industrial, no pleito da equalização do ICMs cobrado sobre as resinas comercializadas entre os Estados, um posicionamento de quem sofre e paga os prejuízos da guerra fiscal interestadual. Assim, devemos nos unir à Confederação Nacional das Indústrias (CNI), as federações das indústrias de São Paulo e Rio Grande do Sul (Fiesp e Fiergs), além das entidades da nossa cadeia, como a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast). PR – Ainda na esfera da guerra fiscal, uma fração expressiva do setor de plástico critica a concorrência desigual com empresas situadas em áreas de incentivos/benefícios fiscais (Santa Catarina, Manaus. Três

 

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